terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Livro: Um amor para recordar


Eu sou apaixonada nos livros Nicholas Sparks, sempre choro no final :'(
Com Um Amor Para Recordar não foi diferente. No livro, Nicholas mostra uma de suas facetas mais marcantes: a fé. Sim, diferente do filme a questão da fé é constante, deixando o romance como um pano de fundo. Mas nem por isso não é uma lindíssima (e muiiiiiito emocionante) história de amor.
Landon Carter é um jovem rico, razoavelmente popular e que, junto com seu grupo de amigos, não se priva de falar mal dos outros estudantes. Isso inclui qualquer pessoa fora de seu grupinho, até mesmo a doce e recatada Jamie Sullivan, filha do pastor local.
A vida de Landon está para mudar radicalmente quando, aos 17 anos, se envolve (ou é envolvido?) em uma peça de teatro da escola junto com Jamie. Agora ele não pode mais fugir da presença da “esquisita” e religiosa filha do pastor, mas seus amigos não precisam saber disso, certo?
As coisas dão outra reviravolta quando, desesperado e sem par, Landon convida Jamie para um baile… E, depois de aceitar, ela o faz prometer que não vai se apaixonar ["You have to promise that you won't fall in love with me"].
Doce, cativante, triste, emocionante, romântico… Poderia usar muitos adjetivos contraditórios para descrever o livro, mas fico com duas palavras: Nicholas Sparks.
E uma das coisas que torna a narrativa mais interessante ainda é o fato de ser o próprio Landon quem nos conta a história, 40 anos depois de ter acontecido.
Acompanhar a evolução do relacionamento de Jamie e Landon, as sutis mudanças de comportamento e pensamento, as radicais mudanças de sentimentos etc é como ouvir uma história profunda contada por um amigo muito íntimo.
Landon não esconde seus pensamentos vergonhosos nunca. Ao contrário, os assume e – quando acha necessário – se censura por eles. Jamie não tem vergonha de mostrar suas crenças para os outros e faz isso todos os momentos de sua vida – seja ajudando um animal, trabalhando no orfanato ou dizendo algo carinhoso.
Mesmo com protagonistas tão marcantes, não posso deixar de citar o reverendo Sullivan, pai de Jamie. Um homem de poucas palavras (exceto quando na igreja) e emoções muito fortes. Apesar de superprotetor, é lindo ver o amor que sente por sua filha, especialmente através dos olhos de Landon.
Recomendo muito, muito, muito… Mas só para quem não tem vergonha de ficar com o rosto inchado de tanto chorar. Mas a história de amor, de vida, de Landon e Jamie vale cada lágrima.


 bjoos'




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